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DOCES E SALGADOS

23/03/2016 09:49 por Redação

Desemprego ficou em 8,2% em fevereiro na média de seis capitais

Esta é a última Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE, a ser substituída pela PNAD Contínua, que faz comparações entre trimestres móveis

Na segunda ata mensal consecutiva, a taxa de desemprego ficou em 8,2% em fevereiro de 2016, acima da taxa de 7,6% registrada em janeiro. A Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE abrange seis regiões metropolitanas – Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre. Em fevereiro de 2015, o desemprego era de 5,8%.

As taxas de desemprego nos últimos seis meses encerrados em fevereiro:

• Setembro: 7,6%
• Outubro: 7,9%
• Novembro: 7,5%
• Dezembro: 6,9%
• Janeiro: 7,6%
• Fevereiro: 8,2%

Em fevereiro, a população desocupada foi estimada em 2 milhões de pessoas, 136 mil a mais do que em janeiro (alta de 7,2%). Em relação a fevereiro do ano passado, a elevação foi de 39% (565 mil pessoas a mais).

Dados regionais - A variação da desocupação entre janeiro e fevereiro de 2016 (os percentuais entre parênteses indicam as taxas de fevereiro 2015):

Recife: 10,5% em janeiro para 10,4% em fevereiro (7,0%)
- homens: 10,5% para 10,1% (6,3%)
- mulheres: 10,6% para 10,7% (8,0%)

Salvador: 11,8% para 12,6% (10,8%)
- homens: 10,6% para 11,0% (8,4%)
- mulheres: 13,1% para 14,1% (13,3%)

Belo Horizonte: 6,9% para 7,2% (4,9%)
- homens: 6,7% para 6,6% (4,5%)
- mulheres: 7,3% para 7,8% (5,4%)

Rio de Janeiro: 5,1% para 5,2% (4,2%)
- homens: 4,6% para 4,4% (3,5%)
- mulheres: 5,8% para 6,1% (5,1%)

São Paulo: 8,1% para 9,3% (6,1%)
- homens: 7,5% para 8,2% (5,1%)
- mulheres: 8,8% para 10,4% (7,2%)

Porto Alegre: 5,9% para 6,4% (4,7%)
- homens: 5,3% para 5,7% (4,9%)
- mulheres: 6,6% para 7,3% (4,4%)

Brasil: 7,6% para 8,2% (5,8%)
- homens: 7,0% para 7,3% (4,9%)
- mulheres: 8,2% para 9,2% (6,8%)

População ocupada – A média da população ocupada em fevereiro de 2016 foi estimada em 22,6 milhões de pessoas no conjunto das seis regiões investigadas, recuando 1,9% em relação a janeiro (428 mil pessoas a menos) e 3,6% sobre fevereiro 2015 (842 mil a menos).

Rendimento médio – Em fevereiro, o rendimento médio real habitual dos trabalhadores para as seis regiões (R$ 2.227,50) ficou 1,5% abaixo da média de janeiro (R$ 2.262,51) e 7,5% abaixo de fevereiro 2015 (R$ 2.407,53).

Os valores entre parênteses indicam o rendimento médio real em fevereiro 2015:

• Recife: R$ 1.647,80 (R$ 1.839,43)
• Salvador: R$ 1.653,60 (R$ 1.890,05)
• Belo Horizonte: R$ 2.073,40 (R$ 2.223,65)
• Rio de Janeiro: R$ 2.434,90 (R$ 2.662,80)
• São Paulo: R$ 2.324,10 (R$ 2.486,99)
• Porto Alegre: R$ 2.278,80 (R$ 2.406,81)
• Brasil: R$ 2.227,50 (R$ 2.407,53)

Rendimento domiciliar per capita (valores entre parênteses indicam os resultados de fevereiro 2015):

• Recife: R$ 957,00 (R$ 1.072,22)
• Salvador: R$ 1.125,65 (R$ 1.232,84)
• Belo Horizonte: R$ 1.304,21 (R$ 1.453,43)
• Rio de Janeiro: R$ 1.690,24 (R$ 1.829,97)
• São Paulo: R$ 1.611,92 (R$ 1.681,67)
• Porto Alegre: R$ 1.575,17 (R$ 1.697,93)
Brasil: R$ 1.517,58 (R$ 1.620,39)

O rendimento médio real habitualmente recebido em fevereiro de 2016, por atividade (valores entre parênteses indicam o rendimento médio em fevereiro 2015):

• População ocupada: R$ 2.227,50 (R$ 2.407,53) – queda de 7,5%
• Indústria extrativa, de transformação e distribuição de eletricidade, gás e água: R$ 2.236,40 (R$ 2.451,35) – queda de 8,8%
• Construção: R$ 1.966,60 (R$ 2.256,10) – queda de 12,8%
• Comércio, reparação de veículos automotores e de objetos pessoais e domésticos e comércio a varejo de combustíveis: R$ 1.768,80 (R$ 1.956,33) – queda de 9,6%
• Serviços prestados a empresa, aluguéis, atividades imobiliárias e intermediação financeira: R$ 2.716,80 (R$ 2.858,28) – queda de 4,9%
• Educação, saúde, serviços sociais, administração pública, defesa e seguridade social: R$ 3.131,10 (R$ 3.349,20) – queda de 6,5%
• Serviços domésticos: R$ 1.014,90 (R$ 1.061,04) – queda de 4,3%
• Outros serviços (alojamento, transporte, limpeza urbana e serviços pessoais: R$ 1.943,60 (R$ 2.100,67) – queda de 7,5%

Análise: Última PME mostrou continuidade da elevação do desemprego em fevereiro.

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