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DOCES E SALGADOS

18/10/2019 10:08 por Redação

Na terceira alta consecutiva, intenção de consumo das famílias cresceu 0,2% em outubro

Segundo levantamento mensal da CNC, leve avanço foi puxado pelo pela melhora de Momento para Duráveis e Perspectiva Profissional

A intenção de gastos das famílias brasileiras continua em crescimento, segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Em outubro, o índice Intenção de Consumo das Famílias (ICF) apresentou a terceira alta seguida, com aumento de 0,2% em relação a setembro, chegando a 93,3 pontos. Na comparação com outubro de 2018, a evolução foi maior: 7,7%.

A entidade diz que o resultado positivo reforça tendência de alta projetada para o segundo semestre do ano, após longo período de queda do índice, que durou de março a julho. “O ICF está refletindo uma melhora gradual da economia, com inflação baixa, juros primários em queda e a reação do mercado de trabalho”, afirma José Roberto Tadros, presidente da CNC.

Os subindicadores Momento para Duráveis (3,1%) e Perspectiva Profissional (0,7%) foram os destaques positivos do mês. Em sentido contrário, houve queda em Perspectiva de Consumo e Emprego Atual.

O ICF de outubro/19:

CNC ICF OUTUBRO
Regiões - Sobressaíram-se as maiores variações do ICF no Centro-Oeste (2,4%) e Norte (2,0%), locais onde as famílias mostram maior disposição para compras, bem acima das no Nordeste e Sudeste. Apesar de as famílias do Sul registrarem a maior pontuação (99,2), em outubro elas voltaram para a zona de insatisfação, por conta do movimento de queda de 5,4% nas intenções de compra.

CNC ICF OUTUBRO
Pés no chão

Apesar da terceira alta consecutiva, o indicador de outubro ainda se encontra distante do maior patamar aferido em 2019 (fevereiro, com 98,5 pontos). “Por mais que tenhamos a liberação dos recursos do FGTS e do PIS/Pasep e um cenário promissor, o crescente endividamento social e a lenta recuperação do mercado de trabalho podem fazer com que as intenções de compra sejam atenuadas”, pondera o economista Antonio Everton, da CNC.

Confira o relatório da pesquisa aqui.

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