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14/06/2017 09:59 por Advillage

Morre no Rio o jornalista Jorge Bastos Moreno, aos 63 anos

Colunista de O Globo, âncora do Canal Brasil e apresentador na CBN, Moreno não resistiu a um edema pulmonar agudo na madrugada desta quarta-feira

O jornalista Jorge Bastos Moreno, colunista do jornal O Globo, morreu no início da madrugada desta quarta-feira, no Rio de Janeiro, aos 63 anos, de edema agudo de pulmão decorrente de complicações cardiovasculares.

Repórter político respeitado, Moreno nasceu em Cuiabá e viveu por muitos anos em Brasília, arte se instalar no Rio, em 2007. Trabalhou no Globo por cerca de 35 anos, onde chegou a dirigir a sucursal de Brasília.

Desde 10 de março, comandava o talk show "Moreno no Rádio", na CBN, às sextas-feiras à tarde. Era também o âncora do programa "Preto no Branco", do Canal Brasil. E fazia participações frequentes na GloboNews.

Também em março último, Moreno lançou o livro “Ascensão e queda de Dilma Rousseff”, baseado em mensagens no Twitter, assinala o site do jornal O Globo. Em centenas de microtextos de até 140 caracteres, Moreno teceu comentários que remontam a meados de 2010, quando Dilma se preparava para sua primeira eleição à Presidência da República, e vão até agosto de 2016, mês em que a petista teve seu mandato cassado no Senado.

O velório será no Cemitério São João Batista, a partir das 13h30.

Pesar - Em nota divulgada pela assessoria do Tribunal Superior Eleitoral, o presidente do TSE, ministro Gilmar Mendes, lamenta o falecimento do jornalista. "Moreno, como é conhecido no meio profissional, foi um dos mais respeitados repórteres de política do país, com décadas de experiência, e também atuava em outras áreas do jornalismo, como economia e Judiciário brasileiro, sempre com profundo conhecimento dos temas abordados nas reportagens".

"Moreno nasceu em Cuiabá (MT) e viveu em Brasília desde a década de 1970, mesma época em que o presidente do TSE chegou à capital. Os dois eram mato-grossenses, mantinham uma amizade de longos anos. Para o presidente do TSE, o jornalista fará falta não apenas como profissional, mas também como pessoa ímpar e especial", diz a nota.

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