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DOCES E SALGADOS

13/08/2019 07:41 por Redação

Com intensa mobilização na internet, atos pela educação devem tomar as ruas em todo o país

Estudantes e professores estão na linha de frente de nova manifestação, nesta terça, contra a agenda do governo Bolsonaro para o setor

Está marcado para esta terça-feira (13), em todo o país, o “Dia Nacional de Mobilização”, que pode vir a ser o terceiro grande protesto em defesa da educação pública brasileira. Os dois primeiros ocorreram nos dias 15 e 30 de maio. Os estudantes também saem às ruas contra a projeto Future-se, apresentado pelo Ministério da Educação, que prevê a ampliação do financiamento privado no ensino superior.

De acordo com a União Nacional dos Estudantes, desde o início do ano, universidades e institutos federais perderam R$ 5,84 bilhões em verbas, “ameaçando o funcionamento de alguns campi universitários, que podem ter que suspender suas atividades, a partir de outubro”. As restrições orçamentárias atingem também a educação básica, assinala a entidade estudantil.

As manifestações devem ocorrer em pelos menos 80 municípios, incluindo capitais e grandes cidades.

Em São Paulo, os manifestantes se reunirão a partir das 15h, em frente ao Masp, na avenida Paulista, com previsão de caminhada até a Praça da República, onde funciona a Secretaria Estadual da Educação. Na capital paulista os protestos deverão respingar também no governo de João Dória (PSDB).

No Rio de Janeiro, a concentração está marcada para as 15h, na Candelária. Em Belo Horizonte o ato ocorrerá será na Praça Santos Andrade, às na praça da Assembleia Legislativa, a partir das 14h. Em Curitiba, o ato será em frente ao prédio histórico da Universidade Federal do Paraná (UFPR), na Praça Santos Andrade, a partir das 16h30.

Em Porto Alegre, a manifestação será na Esquina Democrática, com início às 18h. No Recife o local escolhido foi a rua Aurora, às 14h; em Fortaleza, começará às 8h, na Praça da Gentilândia.

Saiba mais sobre os locais das manifestações aqui.

Marcha das Margaridas – Além das manifestações em defesa da educação, Brasília será palco também da Marcha das Margaridas, que reúne caravanas de mulheres de todo o país “para apresentar as demandas e propostas das mulheres do campo, da floresta e das águas. Realizada pela primeira vez em 2000, a marcha é coordenada pela Contag (Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura), que espera reunir 100 mil pessoas na capital federal, hoje e amanhã.

O nome do evento é uma homenagem a Margarida Maria Alves, líder camponesa da Paraíba que foi assassinada no dia 12 de agosto de 1983. Neste ano, completam-se 36 anos do crime.

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