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DOCES E SALGADOS

13/02/2020 09:33 por Redação

Setor de serviços cresceu 1,0% em volume em 2019, segundo IBGE

Houve altas em quatro das cinco atividades, com destaque para serviços de informação e comunicação

O volume do setor de serviços recuou -0,4% em dezembro/19, em relação ao mês anterior, com ajuste sazonal. A receita nominal do setor cresceu 0,3%. No confronto com dezembro/18 (sem ajuste), houve alta de 1,6% no volume e de 4,5% na receita.

Apesar dos números de dezembro, o setor de serviços acumulou crescimento de 1,0% em 2019, enquanto a receita nominal avançou 4,5%. Os dados são da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) do IBGE.

No acumulado janeiro-dezembro, o avanço de 1,0% foi composto por taxas positivas em quatro das cinco atividades e em 55,4% dos 166 tipos de serviços investigados. Entre os setores, os serviços de informação e comunicação (3,3%) exerceram o principal impacto positivo sobre o índice global, impulsionado, em grande parte, pelo aumento da receita das empresas que atuam nos segmentos de portais, provedores de conteúdo e outros serviços de informação na internet.

No sentido contrário, a única atividade em queda em 2019 foi a de transporte, serviços auxiliares aos transportes e correio (-2,5%).

Os indicadores de volume de serviços em 2019, em relação a 2018 (os percentuais entre parênteses indicam a variação entre novembro e dezembro/19):

Brasil: 1,0% (-0,4%)
• Serviços prestados às famílias: 2,6% (-1,3%)
• Serviços de informação e comunicação: 3,3% (0,4%)
• Serviços profissionais, administrativos e complementares: 0,7% (-1,3%)
• Transportes, serviços auxiliares dos transportes e correio: -2,5% (-1,5%)
• Outros serviços: 5,8% (3,4%)

Dados regionais – Entre novembro e dezembro (com ajuste), houve queda em 16 dos 27 estados. Os destaques negativos ficaram por conta de Mato Grosso (-5,6%), Distrito Federal (-2,7%), Bahia (-2,3%), Minas Gerais (-2,1%) e Paraná (-1,3%). Por outro lado, as principais contribuições positivas vieram de São Paulo (0,4%) e Rio de Janeiro (0,7%).

No acumulado do ano, 13 das 27 unidades da federação mostraram expansão na receita real de serviços. O principal impacto positivo em termos regionais ocorreu em São Paulo (3,3%), seguido por Amazonas (3,9%), Santa Catarina (1,2%) e Mato Grosso do Sul (3,2%). Por outro lado, Paraná (-2,3%) e Mato Grosso (-7,1%) registraram as influências negativas mais relevantes sobre o índice nacional.

Acesse o relatório completo do IBGE aqui.

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