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DOCES E SALGADOS

12/04/2016 10:27 por Redação

Após duas quedas, vendas no varejo brasileiro cresceram 1,2% em fevereiro

Principal avanço foi de móveis e eletrodomésticos; no confronto anual (queda de 4,2%), a baixa mais significativa ocorreu no Amapá

Após duas quedas mensais consecutivas, as vendas do comércio varejista brasileiro cresceram 1,2% em fevereiro, em relação a janeiro. A receita nominal, por sua vez, cresceu 1,3% na mesma comparação. No confronto com fevereiro de 2015 (sem ajuste sazonal) as vendas declinaram 4,2%, enquanto a receita evoluiu 7,3%.

Com o resultado de fevereiro, o acumulado no ano aponta queda de 7,6% nas vendas e alta de 3,9% na receita; em 12 meses, recuo de 5,3% no volume de vendas, e um crescimento de 3,0% na receita nominal. Os dados são da Pesquisa Mensal do Comércio, do IBGE.

As variações das vendas no varejo nos últimos seis meses encerrados em fevereiro 2016 (sempre em relação ao mês anterior):

• Setembro: -0,5%
• Outubro: +0,6%
• Novembro: +1,5%
• Dezembro: -2,7%
• Janeiro: -1,5%
• Fevereiro: +1,2%

Ampliado - Se incluídos os segmentos de veículos e material de construção (o chamado comércio varejista ampliado), as vendas cresceram 1,8%, e a receita nominal evoluiu 2,9%. Na comparação com fevereiro de 2015, o varejo ampliado caiu 5,6%, e a receita avançou 3,3%.

Em fevereiro de 2016, seis das 10 atividades colheram resultados positivos para o volume de vendas, em relação a janeiro, com destaque para móveis e eletrodomésticos (5,0%), veículos (3,8%) e material de construção (3,3%). As principais baixas foram verificadas em tecidos, vestuário e calçados (-2,8%) e livros, jornais, revistas e papelaria (-2,4%).

O comportamento das vendas do comércio varejista em fevereiro 2016, em relação ao mês anterior (os percentuais entre parênteses indicam as variações em 12 meses):

• Combustíveis e lubrificantes: 0,6% (-6,8%)
• Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo: 0,8% (-3,0%)
• Tecidos, vestuário e calçados: -2,8% (-9,7%)
• Móveis e eletrodomésticos: 5,0% (-16,0%)
• Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos: 0,3% (2,9%)
• Livros, jornais, revistas e papelaria: -2,4% (-12,3%)
• Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação: -1,3% (-7,5%)
• Outros artigos de uso pessoal e doméstico: -0,1% (-3,9%)
• Veículos e motos, partes e peças: 3,8% (-17,0%)
• Material de construção: 3,3% (-9,5%)

Por estado

No varejo ampliado, na comparação anual (em relação a fevereiro de 2015), 24 das 27 unidades da Federação apresentaram taxas de desempenho negativas, com destaque para Amapá (-18,6%), Sergipe (-14,6%), Espírito Santo (-13,2%) e Maranhão (-12,9%).

Na passagem de janeiro para fevereiro de 2016, na série com ajuste sazonal, as vendas no varejo restrito foram positivas em 17 unidades da Federação, com destaque para Tocantins (3,3%), Paraná (3,2%) e Espírito Santo (2,8%).

Frente a fevereiro de 2015 (série sem ajuste sazonal), o comércio varejista restrito registrou queda em 25 dos 27 estados para o volume de vendas, com destaque para Amapá (-17,1%).

Os resultados regionais do varejo restrito em fevereiro de 2016, em relação a janeiro (os percentuais entre parênteses indicam a variação em relação a fevereiro de 2015):

• Tocantins: 3,3% (-3,8%)
• Paraná: 3,2% (-4,8%)
• Espírito Santo: 2,8% (-3,1%)
• Minas Gerais: 2,5% (3,0%)
• Rio de Janeiro: 2,2% (-6,5%)
• Amazonas: 2,1% (-10,8%)
• Amapá: 1,4% (-17,1%)
• São Paulo: 1,4% (-3,6%)
Brasil: 1,2% (-4,2%)
• Acre: 1,1% (-8,5%)
• Rio Grande do Sul: 1,0% (-1,6%)
• Maranhão: 0,8% (-3,6%)
• Pará: 0,7% (-4,0%)
• Rondônia: 0,7% (-4,1%)
• Santa Catarina: 0,5% (-6,5%)
• Paraíba: 0,5% (-0,9%)
• Distrito Federal: 0,3% (-6,7%)
• Goiás: 0,3% (-7,4%)
• Roraima: -0,1% (1,9%)
• Mato Grosso do Sul: -0,1% (-3,0%)
• Ceará: -0,1% (-3,0%)
• Bahia: -0,1% (-9,5%)
• Alagoas: -1,1% (-7,5%)
• Pernambuco: -1,3% (-9,5%)
• Piauí: -1,5% (-5,2%)
• Rio Grande do Norte: -1,7% (-8,4%)
• Mato Grosso: -1,8% (-5,5%)
• Sergipe: -2,7% (-12,8%)

Análise: Atividade varejista surpreendeu positivamente em fevereiro.

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