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DOCES E SALGADOS

03/06/2019 08:26 por Redação

Mercado financeiro reduz projeção de crescimento do PIB em 2019 para 1,13%

Por outro lado, analistas ouvidos para o Boletim Focus elevaram a estimativa de expansão da indústria para 1,49% este ano

Analistas de mercado e de instituições financeiras ouvidos semanalmente pelo Boletim Focus, do Banco Central, reduziram de 4,07% para 4,03% a estimativa de inflação em 2019. A meta do BC para a inflação deste ano é de 4,25%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos.

Em maio o IPCA deverá variar 0,26%. O resultado oficial do quinto mês do ano será informado pelo IBGE na próxima sexta-feira (7).

O IGP-M variou 0,45% em maio, abaixo do previsto pelos economistas (0,50%). A estimativa para junho, cujo resultado será divulgado no dia 27, é de uma taxa de 0,25%. Para o acumulado de 2019, os analistas acreditam num índice de 5,87%.

Juros – Em sua primeira reunião de 2019, realizada nos dias 5 e 6 de fevereiro, o Comitê de Política Econômica do Banco Central manteve a Selic em 6,50% ao ano, patamar fixado em março do ano passado. No segundo encontro do comitê, nos dias 19 e 20 de março, também não houve mudança na taxa. Na terceira reunião, no dia 8 de maio, a taxa mais uma vez não foi alterada. A próxima reunião está marcada para os dias 18 e 19 de junho.

Para o final deste ano, a estimativa foi mantida em 6,50% a.a.. Para 2020 a previsão foi reduzida de 7,50% para 7,25% ao ano.

PIB – Para 2019, os economistas ouvidos pelo Focus diminuíram a previsão de crescimento da economia de 1,23% para 1,13%. Na produção industrial, a estimativa de crescimento foi aumentada de 1,47% para 1,49%.

O prognóstico sobre os investimentos externos na produção (IED) em 2019 foi diminuído de US$ 83,29 bilhões para US$ 82,65 bilhões. Para o dólar, a projeção é de que a moeda americana fechará o mês de junho em R$ 3,93.

Comércio exterior – Para 2019, a projeção de superávit da balança comercial foi elevada de US$ 50,25 bilhões para US$ 50,50 bilhões, abaixo do saldo positivo de US$ 58,6 bilhões alcançado em 2018.

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